Todo mundo lembra do que aconteceu em 2001 na mansão Abravanel.
O sequestro de Patrícia, Silvio Santos feito refém dentro da própria casa, o país inteiro em choque diante da TV.
Aquilo marcou uma geração e escancarou como o crime se sente à vontade quando o Estado falha em garantir o básico: segurança.
Anos se passaram, governos mudaram, a esquerda fez discurso bonito sobre “inclusão”, “justiça social”, “desencarceramento”, mas o brasileiro continua trancado em casa com medo.
E agora, justamente a casa onde viveu Silvio Santos volta a ser motivo de preocupação.
BRASIL EM ALERTA
No fim da tarde de domingo, a Polícia Militar foi chamada às pressas para a antiga residência de Silvio, no Morumbi, em São Paulo, após suspeita de invasão.
Uma funcionária relatou que três pessoas, em um carro preto e usando toucas, teriam entrado no imóvel.
Quem protege o cidadão hoje?
A PM foi acionada, fez vistoria, não encontrou ninguém e não viu sinais de arrombamento.
Mesmo assim, o registro foi feito como suspeita de violação de domicílio.
Por que sempre sobra para nós?
Porque, enquanto a população vive com medo, político faz pose em rede social, artista militante relativiza bandido e a esquerda prefere atacar polícia do que enfrentar o crime de verdade.
Medo vai acabar quando?
A lembrança do sequestro de 2001 volta com força.
E a pergunta que fica é simples: até quando o brasileiro vai aceitar viver assim, esperando a próxima notícia de terror bater na porta de alguém conhecido?