Há anos a esquerda vende a imagem de Erika Hilton como símbolo perfeito do “novo jeito” de fazer política, sempre blindada por parte da mídia e por militância barulhenta.
Enquanto isso, quem questionava sua atuação parlamentar era logo carimbado como preconceituoso ou “bolsonarista radical”.
Agora, o problema não vem da direita, vem de dentro da própria cozinha do PSOL.
Um ex-assessor econômico da bancada, que trabalhou diretamente com ela, resolveu falar o que muitos já desconfiavam: nos bastidores, a deputada seria inacessível, com postura de diva pop e total descaso com as responsabilidades de liderança.
Ou seja, muito holofote, pouca entrega.
Quem realmente comandava a liderança dela?
Segundo o economista, outras pessoas da bancada acabaram assumindo tarefas que deveriam ser de Erika, inclusive em temas pesados como reforma tributária e abono salarial.
Ele afirma que, mesmo sendo líder, ela não se envolvia nas discussões técnicas e não fez absolutamente nada para tentar reverter prejuízos ao trabalhador.
Por que isso importa agora?
Porque a mesma parlamentar que se vende como defensora dos pobres e oprimidos é acusada, por alguém do próprio PSOL, de não estudar, não se preparar e não cumprir o básico do trabalho no Congresso.
A crítica é direta: ótima influencer de redes sociais, péssima como parlamentar.
Onde entra a polêmica do patrimônio?
Ela diz ter pouco mais de 15 mil reais, ao mesmo tempo em que desfila com bolsas e roupas de luxo, algumas avaliadas em valores maiores que todo o patrimônio declarado.
A própria deputada respondeu dizendo que não enriquece porque ajuda a família e tem “bom gosto para se vestir”.
Quem paga essa conta toda?
Não se trata de acusação de crime, mas de coerência: a esquerda que vive apontando o dedo para a direita agora precisa explicar a própria contradição.
No fim, o que mais pesa é o conjunto: estrelismo, descaso com o trabalho parlamentar, discurso vitimista e uma vida de luxo que não bate com a imagem de “coitadinha” explorada politicamente.
E quando até um ex-assessor do PSOL joga tudo no ventilador, fica difícil manter a narrativa intacta.