Enquanto a elite política discute pautas ideológicas e lacração em rede social, a realidade continua batendo forte do lado de fora.
A Colômbia viveu em segundos aquilo que muitos governos preferem empurrar com a barriga: falta de preparo, infraestrutura frágil e população largada à própria sorte quando a tragédia chega.
Um vídeo mostra pessoas correndo desesperadas em Manizales, em frente à Universidade de Caldas, enquanto parte de um prédio simplesmente desaba durante o terremoto de magnitude 7,4. Gente caindo no chão, sendo levantada por desconhecidos, tijolos espalhados, outdoors balançando, prédios tremendo, aeroportos fechados.
E a pergunta que fica é: se isso acontece aqui amanhã, o Brasil está pronto?
Quem protege a população mesmo?
Quando o assunto é segurança real, estrutura, prevenção e resposta rápida, o discurso bonito some.
A esquerda prefere gastar energia com narrativas políticas, censura e controle de opinião, enquanto aeroportos, prédios e cidades inteiras seguem vulneráveis.
Por que ninguém cobra preparo sério?
Porque não dá voto fácil.
Investir em prevenção, revisar estruturas, treinar equipes e planejar evacuação não rende manchete militante.
É mais simples fingir normalidade e tratar terremoto, enchente e desabamento como "fatalidade" inevitável.
O que esse terremoto escancara?
O tremor foi sentido até no Equador e no Panamá, deixou mortos, feridos e danos em aeroportos de várias cidades colombianas.
Edifícios foram esvaziados às pressas, gente de pijama na rua, sirenes por todo lado.
E ainda assim, o debate público continua preso em ideologia barata.
Até quando vamos aceitar governos que só aparecem para fazer discurso depois da tragédia, mas nunca para preparar o povo antes dela?