Quem acompanhou a tentativa de linchamento público contra Alfredo Gaspar lembra bem: coletiva, holofotes, discursos inflamados e a velha dobradinha esquerda mais aliados oportunistas tentando colar rótulo em quem se aproxima de Bolsonaro.
Agora, quando surgem depoimentos e boletim de ocorrência levantando a hipótese de armação, justamente contra o vice da chapa de Flávio Bolsonaro, a postura muda de repente.
A mesma senadora que ajudou a empurrar o caso para o centro do noticiário decide se esconder atrás de nota oficial e dizer que “não vai mais comentar”.
Conveniente, não?
Quem ganha com esse silêncio agora?
A esquerda que apostou tudo na narrativa contra um nome ligado à direita e ao bolsonarismo, enquanto o caso segue nas mãos do STF, sob relatoria de Gilmar Mendes.
Por que Soraya recuou tão rápido?
Com a possibilidade de trama para fabricar acusação, qualquer palavra pode voltar como boomerangue.
Por que Lindbergh continua falando sozinho?
Porque o PT não larga uma narrativa facilmente.
Mesmo com dúvidas no ar, o petista insiste em manter viva a acusação, tentando desgastar o campo conservador.
E o STF vai tratar igual para todos?
A pergunta que não cala é: se a suspeita de armação fosse contra um aliado da esquerda, a reação seria a mesma?
No fim, Soraya diz que tudo é “procedimento regular” e que cabe à Justiça.
Mas o brasileiro conservador olha para esse recuo e enxerga o de sempre: muito barulho quando interessa atacar a direita, muito silêncio quando a narrativa começa a ruir.
E aí, quem vai responder por isso?