Quem ainda acredita no papo de “nova política” olhando para Brasília hoje?
A mesma turma que jurava combater o toma-lá-dá-cá agora se abraça em foto com Lula, posa de moralista em CPI e, pouco depois, vê milhões em emendas caindo na conta.
Soraya Thronicke foi eleita em 2018 na onda conservadora, com apoio direto de Jair Bolsonaro.
Rompeu com a direita, virou candidata à Presidência por outro partido e, desde 2023, se alinhou à base de Lula.
Coincidência ou não, é justamente nesse momento que o governo petista empenha mais de 65 milhões de reais em emendas da senadora.
Ninguém esperava tanta cara de pau?
O que aconteceu nos bastidores?
Durante a CPMI do INSS, o relator Alfredo Gaspar, hoje pré-candidato a vice de Flávio Bolsonaro, apresentou relatório pedindo o indiciamento de Lulinha, filho de Lula.
Na mesma sessão, Soraya e o petista Lindbergh Farias correram à Polícia Federal para denunciar Gaspar por suposto estupro de vulnerável e tentativa de ocultar fatos.
A base governista usou essas suspeitas para tentar desmoralizar o relator e, no dia seguinte, derrubou o relatório que atingia o clã Lula.
Isso foi mera coincidência política?
Tudo dentro da lei, claro, mas com um timing que revolta qualquer brasileiro cansado de jogo sujo.
Existe suspeita de armação grave?
Sim.
Um boletim de ocorrência na Polícia Legislativa aponta para possível trama para fabricar acusação de estupro de vulnerável contra Alfredo Gaspar, envolvendo uma jovem com identidade falsa e pagamento para sustentar a história.
O nome de Lindbergh, velho conhecido da tropa de choque petista, aparece diretamente citado nessa suspeita.
Até quando o Brasil vai aceitar?
A esquerda fala em “defesa das instituições”, mas usa CPI, denúncia e máquina pública para blindar Lulinha e atacar quem se aproxima de Bolsonaro.
Enquanto isso, quem traiu o voto conservador é premiado com milhões em emendas.
O recado é claro: quem ajuda a proteger o sistema é recompensado.
E o povo, mais uma vez, fica só assistindo a conta chegar.