Há anos a esquerda vende a ideia de que Lula é imbatível, que o Brasil estaria “pacificado” e que o bolsonarismo seria apenas um susto passageiro.
A velha imprensa repete o coro, artistas engajados fazem campanha disfarçada e o sistema tenta empurrar a narrativa do já ganhou.
Mas, quando se olha com calma os números da nova pesquisa CNT MDA, o clima de conforto no PT começa a rachar.
Se Lula fosse essa unanimidade toda, por que a diferença para Flávio Bolsonaro está encolhendo?
Por que, mesmo com máquina na mão, propaganda diária e blindagem constante, o petista não consegue disparar?
Brasil cansou das mesmas promessas?
Sim.
A pesquisa mostra um eleitorado dividido, com espaço real para quem rejeita tanto Lula quanto o sistema que tenta criminalizar a direita.
Por que a vantagem de Lula caiu?
Agora, está com 48% e Flávio subiu para 39,1%.
A diferença que era de 12 pontos caiu para 8,9 pontos.
Eleitor rejeita mais qual lado?
Os dados revelam que Flávio Bolsonaro tem rejeição maior, mas Lula também carrega peso enorme.
Mesmo assim, o petista não consegue matar a disputa, o que mostra fadiga do seu projeto e resistência forte da direita.
Nordeste ainda segura Lula?
Sim, o Nordeste segue como reduto petista, mas o avanço de Flávio em outras regiões, como Sul, Norte e Centro-Oeste, e o empate no Sudeste, mostram um país rachado e longe do conto de “consenso lulista”.
O que isso revela de fundo?
Que, apesar de toda perseguição política, ataques à família Bolsonaro e tentativa de demonizar a direita, o campo conservador segue vivo, competitivo e com eleitor fiel.
A esquerda prometeu enterrar o bolsonarismo.
A nova pesquisa CNT MDA mostra outra coisa: o Brasil não se rendeu e a disputa de 2026 está longe de ser o passeio que o PT sonhava.