Há anos a esquerda tenta empurrar a narrativa de que a família Bolsonaro estaria “isolada” e sem força popular.
Ignoram, convenientemente, o apoio espontâneo nas ruas, as igrejas lotadas e a base conservadora que não engole o retorno do PT ao poder.
Enquanto isso, o sistema segue blindando seus queridinhos e atacando qualquer voz de direita.
Quem defende família, fé e liberdade é tratado como inimigo.
Quem destruiu o país com corrupção é chamado de “democrata exemplar”.
Até quando essa inversão de valores?
Por que a esquerda teme Michelle Bolsonaro?
Michelle ganhou respeito real com seu trabalho junto à comunidade surda e ações sociais que a mídia quase nunca mostra.
Não é artista de novela militante, não é influencer de gabinete.
É uma mulher cristã, conservadora, que fala diretamente com o povo que a esquerda despreza.
Qual o medo do PT agora?
Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL, confirmou que ele e Michelle vão gravar um vídeo especial de campanha em Brasília, para redes sociais e para a estreia no horário eleitoral na TV.
Ele destacou a atuação dela com a comunidade surda e deixou claro: todo mundo já entendeu que o Brasil precisa vencer o PT.
Isso muda algo na eleição?
Sim.
A presença de Michelle reforça a mensagem conservadora, mobiliza a base cristã e desmonta a narrativa de que a direita estaria sem liderança feminina forte.
A esquerda sabe que, quando Michelle aparece, o discurso vitimista e “progressista” perde força.
Quem ganha com essa movimentação?
O novo vídeo de campanha pode ser o ponto de virada que muita gente não esperava, mas que muita gente estava pedindo em silêncio.