Há anos a esquerda tenta colar na direita o rótulo de corrupta, enquanto posa de defensora dos pobres e dos aposentados.
Mas, quando o assunto chega perto do PT, o silêncio é sempre a mesma estratégia.
Agora, esse jogo começou a desmoronar em plena campanha eleitoral.
Flávio Bolsonaro decidiu fazer o que a velha imprensa evita: apontar diretamente para Lula, para o filho Lulinha e para o entorno petista ligado ao Banco Master.
Em vez de se explicar sobre sua relação com o empresário Daniel Vorcaro, ele virou o tabuleiro e lembrou quem está sendo acusado de atingir justamente quem mais sofre no Brasil, os aposentados do INSS.
Por que ninguém cobra Lula diretamente?
A cobrança existe, mas é abafada por setores da mídia e pela narrativa petista, que tentam minimizar qualquer escândalo ligado à família Lula.
Quem está sendo acusado oficialmente?
As acusações citadas por Flávio miram o filho de Lula, Fábio Luís, o Lulinha, em investigações sobre descontos indevidos em aposentados do INSS.
Flávio ainda levantou outra questão incômoda: uma suposta reunião envolvendo Lula, Augusto Lima e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em torno do Banco Master.
Se fosse um aliado de Bolsonaro em encontro assim, quantas capas de jornal já teriam saído?
Por que o PT não esclarece tudo?
Porque qualquer explicação detalhada pode expor relações políticas e econômicas que o partido prefere manter nas sombras, especialmente em ano eleitoral.
Enquanto isso, o senador também partiu para cima do ministro Alexandre de Moraes, defendendo abertamente o impeachment e dizendo que essa já é uma pauta eleitoral.
Ele acusa Moraes de agir politicamente no inquérito das fake news, algo que milhões de brasileiros sentem na pele, mas poucos têm coragem de dizer em voz alta.
O que muda com essa cobrança pública?
No fim, Flávio deixou claro: enquanto tentam calar a direita, é o próprio Lula que agora deve explicações sobre o que fizeram com os aposentados do Brasil.