Enquanto a esquerda ocupa microfone para falar de narrativas, censura e pautas ideológicas, o Sul do Brasil segue enfrentando, sozinho, mais uma sequência de eventos extremos.
Tornados, ventos acima de 100 km/h, granizo, solo encharcado, risco para lavouras e cidades inteiras em alerta, e o que se vê de Brasília é o velho roteiro: discurso bonito, pouca ação concreta e muito abandono.
Por que o Sul segue esquecido?
O Sul, em especial produtores rurais e cidades menores, não é prioridade política para o governo atual.
A atenção aparece em discursos, mas não em planejamento sério, obras estruturantes e proteção real contra desastres climáticos.
Onde está o plano emergencial federal?
Não há um programa robusto, contínuo e transparente para prevenção, apoio rápido e reconstrução nas áreas atingidas.
Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul do Paraná voltam a ficar na linha de tiro de temporais, tornados, granizo e ventos que podem passar de 100 km/h.
Em várias regiões, o solo já está saturado pelas chuvas recentes, e novos volumes podem chegar a 100 ou até 150 milímetros, aumentando o risco de alagamentos, destruição de plantações e prejuízos milionários para quem produz alimento para o país.
Quem protege o produtor rural hoje?
Na prática, ele recebe pouco apoio real em infraestrutura, seguro, crédito emergencial rápido e proteção contra perdas causadas por desastres naturais.
Enquanto isso, uma massa de ar polar mantém o risco de geadas, ameaçando ainda mais as lavouras.
O Paraná já registrou tornado no fim de semana, e a previsão indica novos episódios severos.
A pergunta que fica é simples e incômoda: até quando o Sul vai pagar a conta da incompetência, da ideologia e da seletividade política em Brasília?