De novo, em vez de focar em emprego, segurança e inflação, o governo Lula corre para empurrar mais uma pauta ideológica no Congresso.
A prioridade não é aliviar o bolso do brasileiro, nem enfrentar o crime organizado.
A pressa agora é criar mais um tipo de crime político, com pena pesada e sem prazo para acabar.
Quem ganha com isso?
Essa proposta interessa diretamente ao governo, que vive reclamando de “discurso de ódio” sempre que é criticado.
Enquanto o país discute combustíveis, MP das blusinhas e a quebradeira do comércio nacional, a primeira-dama Janja se reúne separadamente com líderes do governo e do PT para cobrar avanço do PL da Misoginia.
Não é ministro da Justiça, não é líder do governo: é a esposa do presidente definindo o que deve ser prioridade no Congresso.
O que realmente está em jogo?
Está em jogo transformar opinião e crítica em crime grave, com punição exemplar.
O PL 896/2023 quer enfiar a tal “misoginia” dentro da Lei do Racismo, tornando certas falas inafiançáveis e imprescritíveis.
Ou seja, você pode ser processado para sempre por algo dito anos atrás.
Quem decide o que é “ódio” e o que é simples discordância?
Quem vai definir o que é misoginia?
Na prática, serão juízes, promotores e políticos alinhados à narrativa progressista.
Em um país onde a esquerda chama qualquer crítica a Janja, a deputadas do PT ou a pautas feministas de “ataque misógino”, o risco é óbvio: transformar conservador em criminoso.
A mesma turma que relativiza crime de bandido agora quer pena de 2 a 5 anos para palavras consideradas ofensivas.
Por que tanta pressa agora?
A narrativa é bonita: “proteger mulheres”.
Mas onde estava essa proteção quando mulheres conservadoras, jornalistas de direita e esposas de militares foram atacadas e humilhadas pela militância de esquerda?
Dois pesos, duas medidas.
O que pode acontecer com a direita?
Críticos do governo podem ser enquadrados como criminosos de ódio.
O recado é claro: se você questionar Janja, o PT ou o feminismo oficial, pode virar caso de polícia.
Em vez de combater a violência real contra mulheres, o governo prefere criar uma superlei para blindar discurso político e calar quem pensa diferente.
E o brasileiro, mais uma vez, fica em segundo plano.