Quem acompanha a política brasileira já percebeu que a guerra agora é no campo digital.
Quando a esquerda usa memes, charges, animações e vídeos editados contra conservadores, tudo é tratado como criatividade, liberdade de expressão e “humor político”.
Mas quando o assunto envolve Bolsonaro ou qualquer aliado, de repente vira “ameaça à democracia” e caso de Supremo.
Foi exatamente nesse clima que Flávio Bolsonaro chegou ao Tribunal Superior Eleitoral.
A Federação Brasil da Esperança, ligada à esquerda, correu para acionar o TSE por causa de um vídeo do pai, Jair Bolsonaro, exibido em evento partidário.
Falam em propaganda antecipada, em uso irregular de inteligência artificial, em deep fake proibido.
Mas onde estava toda essa preocupação quando a máquina progressista espalhava montagens contra a direita?
Por que só a direita é perseguida?
Qual o alvo real aqui?
O foco não é a tecnologia em si, mas limitar a atuação política do campo conservador em ano decisivo.
Flávio, em sua defesa, lembrou o óbvio: fantoches, caricaturas, avatares, dublagens e personagens digitais sempre fizeram parte da comunicação política.
A inteligência artificial apenas ampliou ferramentas que já existiam.
Não dá para fingir que tudo isso nasceu agora só porque Bolsonaro está no jogo.
Querem calar a direita inteira?
Enquanto isso, o TSE discute endurecer ainda mais as regras, e o caso já bateu às portas do STF, nas mãos de Alexandre de Moraes.
A mensagem é clara: se for Bolsonaro ou alguém do PL, qualquer recurso vira suspeito.
O Brasil olha para esse movimento e se pergunta até quando a tecnologia será desculpa para perseguir um lado só.