Quem acompanha a cena musical do Norte sabe que Ximbinha nunca foi exatamente um desconhecido.
Anos de shows, sucesso com a banda Calypso, agenda lotada, fama nacional.
De repente, o guitarrista reaparece, não mais nos palcos, mas como candidato a deputado federal pelo PDT no Pará.
Logo o PDT, partido alinhado à esquerda, cheio de discursos sobre “justiça social” e “defesa do povo”, agora abraçando mais um artista famoso tentando transformar popularidade em voto.
Quantas vezes a esquerda já usou celebridade como atalho para chegar ao poder?
Documento oficial do TSE revela um detalhe que deixou muita gente coçando a cabeça: Ximbinha declarou não ter nenhum bem.
Nada.
Zero.
Nem casa, nem carro, nem terreno, nem um violão para contar história.
Como um artista famoso não tem nada?
Essa é exatamente a dúvida que surge.
A informação oficial é que, na declaração de bens enviada ao TSE, ele informou não possuir patrimônio algum.
Isso combina com a realidade do brasileiro comum?
O trabalhador que rala a vida inteira, mesmo ganhando pouco, acaba juntando alguma coisa.
Ver um ex-astro da música aparecer “zerado” em papel oficial causa estranheza e indignação.
Enquanto a esquerda vive acusando a direita de tudo, posa de moralista e fala em transparência, mais um nome ligado a esse campo político entra na disputa cercado de interrogações.
Onde foi parar o dinheiro de anos de carreira?
Por que aparecer “miserável” justo agora, na hora de disputar mandato federal?
O eleitor conservador olha para isso e sente o déjà-vu: artista famoso, partido de esquerda, narrativa pronta e um patrimônio que, na prática, parece ter evaporado.
E se fosse um candidato de direita declarando não ter nada, qual seria o escândalo na mídia?
No fim, fica a sensação de que o brasileiro está cansado desse roteiro repetido: fama, discurso bonito, partido de sempre e uma declaração de bens que mais levanta suspeita do que confiança.