Todo mundo já percebeu como funciona o jogo: qualquer piada, qualquer comentário fora do script da esquerda vira motivo para processo, linchamento virtual e tentativa de censura.
Quando é artista progressista atacando cristão, família ou conservador, chamam de liberdade de expressão.
Quando é alguém como Ratinho, a máquina militante entra em campo na mesma hora.
Até quando essa patrulha vai mandar no que o brasileiro pode falar na TV?
Ratinho está há quase três décadas no ar, sempre com o mesmo jeito direto, fazendo brincadeiras com convidados, sem esconder opinião.
O público sabe quem ele é, acompanha sua história e nunca teve dúvida de que se trata de entretenimento, não de discurso de ódio.
Mas basta alguém ligado à militância LGBTQIAPN+ se sentir ofendido que já correm para o Ministério Público.
Por que só conservadores viram alvo constante?
Depois da denúncia por homofobia contra Ratinho, feita pelo suplente de deputado e presidente de associação LGBTQIAPN+ de São Paulo, veio mais um passo: agora ele é acusado de calúnia por dizer que o denunciante estaria usando a entidade para levar vantagem.
O próprio Ratinho lembrou que o Brasil inteiro conhece seu jeito de brincar há 28 anos.
Mesmo assim, transformam uma resposta em programa de TV em caso de Justiça.
Estão tentando criminalizar qualquer crítica à militância?
Sim, porque ao tratar toda contestação como ataque criminoso, criam um clima de medo e autocensura em quem discorda da agenda progressista.
No fim, o recado é claro: se você é de direita, conservador ou fala a língua do povo, cada palavra pode virar processo.
E agora, com essa nova ação contra Ratinho, fica ainda mais evidente a tentativa de usar a Justiça como arma política para calar vozes que não se ajoelham diante da cartilha da esquerda.