Todo mundo já conhece o discurso do PT: falar em justiça social, defender o pobre, atacar a tal “elite” e posar de guardião da moralidade.
Mas, na prática, o que aparece, de novo, é a velha máquina de cargos, fundações e gabinetes irrigando aliados de confiança.
Enquanto o brasileiro paga imposto recorde e vê serviço público desmoronar, o partido que vive acusando a direita de “corrupção” segue usando estruturas do Estado para manter seus quadros bem acomodados.
E sempre com aquela blindagem seletiva: quando é petista, vira “companheiro perseguido”, nunca responsável por nada.
Por que a esquerda sempre se protege?
Onde entra o dinheiro público nisso?
No caso de São José dos Campos, o ex-prefeito petista Carlinhos de Almeida responde por desvio de 14,5 milhões de reais em um projeto de BRT que nunca saiu do papel, com fundações contratadas sem licitação e serviço totalmente terceirizado, inclusive para empresa de familiares de dirigente de fundação.
Mesmo assim, ele passou sete anos como assessor do deputado estadual Emídio de Souza, também do PT, amigo pessoal de Lula e figura central nas campanhas do partido, recebendo mais de 1,5 milhão de reais em salários.
Condenado por improbidade em outra ação, ainda continuou no cargo por cerca de dois meses.
Para a esquerda, isso é “cuidar da defesa”.
Para o brasileiro cansado, é mais um exemplo de como o sistema protege os seus enquanto o dinheiro público escorre pelo ralo.