Todo mundo já percebeu o padrão: quando alguém ameaça o projeto de poder da esquerda, surge uma acusação devastadora, sem prova, amplificada pela mídia amiga e pela tropa de choque nas redes.
Foi assim de novo.
E, como sempre, o alvo é quem mexe onde o PT não quer que ninguém mexa.
Alfredo Gaspar, ex-promotor, ex-Procurador-Geral de Justiça e ex-secretário de Segurança de Alagoas, relatou a CPMI do INSS e apontou fraudes bilionárias contra aposentados, envolvendo aliados do governo e até Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, por tráfico de influência, lavagem de dinheiro e corrupção passiva.
Resultado?
Por que tanto medo dessa CPMI incômoda?
Quando Gaspar vira vice de Flávio Bolsonaro, principal adversário de Lula, reaparece uma denúncia de estupro de vulnerável, feita por Lindbergh Farias e Soraya Thronicke, sem qualquer prova apresentada até agora.
Notícia-crime no STF, manchetes negativas, linchamento público.
E, nos bastidores, o próprio Lindbergh admitindo que não tem como provar nada.
Quem ganha com essa acusação vazia?
Politicamente, quem se beneficia é o grupo que quer desmoralizar a chapa de Flávio e enterrar o trabalho da CPMI que atinge aliados do governo e o próprio Lulinha.
Gaspar não aceitou retratação de bastidor, partiu para cima e abriu queixas-crimes por calúnia, injúria e denunciação caluniosa, além de fazer exame de DNA para antecipar prova.
Enquanto isso, o PT posa de vítima de fake news, mas usa exatamente o que diz combater para tentar destruir reputações de opositores.
Por que a mídia tratou como verdade?
Porque grande parte da imprensa comprou a narrativa da esquerda sem exigir provas, ajudando a colar a pecha em Gaspar e, por tabela, em Flávio Bolsonaro.
No fim, o recuo de Lindbergh só reforça o que o público conservador já sente: quando a direita investiga corrupção e mexe com os intocáveis da esquerda, vem assassinato de reputação.
A diferença é que, desta vez, a arma pode ter virado contra os próprios atiradores.