Há anos a esquerda posa de guardiã da moral, apontando o dedo para qualquer centavo usado por partidos de direita, chamando tudo de “caixa dois”, “golpe” e “ataque à democracia”.
Enquanto isso, partidos nanicos, radicais e barulhentos orbitam o mesmo sistema que eles juram combater, vivendo de fundo partidário e eleitoral pago pelo contribuinte.
Agora, quando a Polícia Federal entra em cena e mira justamente um desses símbolos da extrema esquerda, o silêncio é ensurdecedor.
Onde estão os artistas engajados, os influenciadores “progressistas”, os juristas de plantão que correm para defender qualquer aliado vermelho?
Quem está na mira da PF?
O alvo é Rui Costa Pimenta, presidente do PCO e candidato à Presidência, figura conhecida por atacar a direita e defender pautas radicais.
Segundo a investigação, ele tinha posição central na administração dos recursos públicos do partido e na definição das contratações.
O que a PF está investigando?
A Operação Causa Própria apura suspeita de desvio de recursos do fundo partidário e do fundo eleitoral.
Relatórios de inteligência financeira, prestações de contas e diligências apontam que dinheiro público pode ter sido direcionado a empresas e pessoas físicas sem capacidade operacional compatível ou ligadas à estrutura do próprio partido.
Por que as gráficas viraram alvo?
Pagamentos do PCO às empresas Digiartegraphics Gráfica Ltda.
e JCO Gráfica e Editora são investigados.
A suspeita é de que os valores repassados tenham servido para contratar pessoas físicas e jurídicas ligadas ao partido, e não para o serviço declarado.
O TSE viu problema nas contas?
Sim.
A Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias do TSE identificou sucessivas inconsistências nas prestações de contas partidárias e eleitorais do PCO, o que reforçou a necessidade de aprofundar as investigações.
Que crimes estão em jogo aqui?
Segundo a PF, os fatos podem caracterizar apropriação indébita eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro, além de outras infrações que ainda podem surgir.
Houve bloqueio de contas, sequestro de bens e afastamento de investigados de funções de direção.
Até quando a esquerda será tratada como “intocável” enquanto vive de dinheiro público e discurso revolucionário?
Quando é com a direita, é escândalo nacional.
Quando é com um partido de extrema esquerda, a regra é abafar, relativizar e culpar “o sistema”.
O brasileiro está cansado dessa seletividade.