Há anos a esquerda repete que Lula é imbatível, líder absoluto, dono do “povo brasileiro”.
A militância petista, artistas engajados e comentaristas de sempre tratam qualquer crítica como heresia.
Enquanto isso, o país vê inflação, insegurança, aparelhamento do Estado e um STF cada vez mais político, sempre pronto para blindar uns e perseguir outros.
Mas, mesmo com toda a máquina, propaganda e narrativa, algo começou a rachar.
O brasileiro comum, que paga a conta, olha para o passado de escândalos, promessas não cumpridas e alianças espúrias e começa a perguntar se vale a pena insistir no mesmo projeto de poder.
Por que essa pesquisa incomoda tanto?
Porque mostra que, mesmo com toda a estrutura a favor, Lula não dispara.
Em vez disso, aparece tecnicamente empatado com Flávio Bolsonaro em 2026, e ainda por cima como o mais rejeitado entre os nomes testados.
Lula ainda é intocável eleitoralmente?
No primeiro turno, ele empata com Flávio.
No segundo turno simulado, o senador aparece numericamente à frente.
E, pior para o petismo, Lula lidera a rejeição, superando até o herdeiro político de Bolsonaro.
Quem realmente está cansando do quê?
O eleitor está cansando da velha conversa de salvador da pátria.
A pesquisa do instituto Gerp, registrada no TSE, mostra um país dividido, mas também um cansaço crescente com o nome que a esquerda vende como “única solução”.
Se até com toda a máquina federal, apoio de parte da imprensa e silêncio conveniente sobre contradições históricas Lula não consegue abrir vantagem, o recado é claro: a aura de invencibilidade acabou.
A pergunta agora é outra: até quando vão fingir que nada mudou?