Por meses a esquerda repetiu que o Brasil estava “reconstruído”, que Lula era unanimidade e que qualquer crítica era “golpismo” ou “fake news”.
A máquina de propaganda foi reforçada, artistas engajados entraram em cena, e o STF seguiu blindando o discurso oficial enquanto demonizava a oposição conservadora.
Mas, fora da bolha, o brasileiro lida com inflação, insegurança, desemprego e promessas não cumpridas.
Aquele Lula que prometia união, respeito às instituições e estabilidade virou o mesmo de sempre: ataques à direita, vitimização e discurso velho de “nós contra eles”.
Até quando vão fingir que está tudo bem?
Por que esses números incomodam tanto?
O que a pesquisa realmente mostra?
Mostra que 48,2 por cento desaprovam o desempenho pessoal de Lula, contra 47,3 por cento que aprovam.
Se o governo estivesse tão forte assim, por que a rejeição já é maior que a aprovação?
Onde foi parar a tal “volta do amor” prometida na campanha?
Por que a esquerda evita esse debate?
Porque expõe o desgaste precoce de Lula e a frustração com as promessas de campanha.
Por que isso preocupa o Planalto hoje?
Porque a diferença é pequena, a margem de erro é curta e qualquer novo escândalo, crise econômica ou abuso institucional pode empurrar Lula para um cenário de rejeição consolidada.
O que esses dados indicam para frente?
Indicam que o mito da popularidade intocável de Lula está ruindo e abre espaço para uma reação forte da direita.
Enquanto a esquerda tenta controlar a narrativa, a pesquisa CNT, feita em todo o país, mostra um recado claro: o povo está cansando rápido do terceiro mandato e a paciência com o PT está por um fio.