Há anos a esquerda trata censura em rede social como teoria da conspiração da direita.
Quando é conservador sendo derrubado, dizem que é só “moderação de conteúdo”.
Quando é cristão, patriota ou apoiador de Bolsonaro, chamam de “combate ao ódio”.
Mas, de repente, a coisa muda de figura quando atinge uma das queridinhas do próprio meio artístico.
Luana Piovani, conhecida por atacar Bolsonaro, defender pautas progressistas e posar de voz “corajosa” da classe artística, simplesmente foi banida de uma rede social e decidiu reagir com ironia e provocação, como se nada demais estivesse acontecendo.
Por que só agora reclamam da censura?
Quando é do lado conservador, a turma aplaude em silêncio ou finge que não está vendo.
Quem está controlando o debate online?
As grandes plataformas, alinhadas com a cartilha progressista, decidem quem fala, quanto fala e até onde pode ir.
E o pior: fazem isso com apoio explícito de políticos de esquerda e silêncio cúmplice de muitos artistas.
Até quando a esquerda vai fingir?
Enquanto a perseguição atinge só a direita, tudo é “regra da comunidade”.
Quando uma atriz militante sente o peso do ban, vira “injustiça” e “absurdo”.
A hipocrisia fica escancarada.
O que esse caso escancara hoje?
Que a censura digital é real, seletiva e perigosa.
E que, mais cedo ou mais tarde, atinge todo mundo, inclusive quem ajudou a normalizar esse controle.
Luana foi banida, reagiu, provocou e transformou o episódio em espetáculo.
Mas, por trás do show, fica a pergunta que o Brasil conservador faz há anos: quem será o próximo a ser calado?