Há anos a esquerda posa de dona da moral na TV, apontando o dedo, cancelando quem pensa diferente e posando de vítima quando é contrariada.
Mas quando o jogo vira e a cobrança cai no colo de uma de suas queridinhas do entretenimento, o discurso muda na mesma hora.
Dessa vez, a treta não ficou só no estúdio nem no teatrinho de fofoca.
O que começou como mais um ataque público virou caso sério, com documento oficial e emissora correndo para se proteger.
Quem realmente responde por essas falas polêmicas todas?
A RedeTV afirma que o programa é produzido por empresa terceirizada, a Câmera 5, e tenta jogar toda a responsabilidade para ela, alegando que o conteúdo e as opiniões são de inteira conta da produtora.
Por que a emissora tenta se blindar?
Enquanto isso, a mesma turma que vive falando de respeito, tolerância e combate ao ódio assiste calada a um efeito colateral gravíssimo: depois das críticas pesadas de Sonia Abrão contra Carol Lekker, o que veio foi enxurrada de ataques, inclusive ameaças de morte e ofensas racistas nas redes sociais.
Quem responde por esses ataques agora?
No fim, Carol Lekker não ficou só no desabafo.
Ela partiu para o caminho jurídico e notificou a RedeTV, deixando claro que não vai aceitar calada esse tipo de exposição.
A emissora, por sua vez, correu para dizer que o programa é terceirizado e que isso não significa reconhecer culpa.
Ou seja, todo mundo quer falar ao vivo, mas na hora de assumir o que falou, começa o empurra-empurra.
E é exatamente aí que o documento bomba de Carol muda o jogo.