Enquanto a esquerda brasileira segue repetindo o mesmo discurso cansado de que arma é “coisa de bandido”, o mundo real vai mostrando exatamente o contrário.
O cidadão comum continua refém da criminalidade, pagando caro por impostos e vivendo em bairros cada vez mais inseguros, enquanto políticos e ministros do STF circulam cercados de seguranças armados até os dentes.
Quem ainda acredita que o desarmamento protege alguém além dos criminosos?
Situação grave
Por que o Texas é mais seguro?
A própria comparação feita por Eduardo Bolsonaro escancara o incômodo da esquerda: no Texas, a taxa de homicídios é de cerca de 5 por 100 mil habitantes, enquanto no Brasil passa de 20 por 100 mil.
Ou seja, mesmo com muito mais liberdade para comprar armas, o estado americano é bem menos violento que o Brasil desarmamentista.
Eduardo Bolsonaro, morando no Texas desde que deixou o Brasil em meio às investigações sobre a tal “tentativa de golpe”, foi a uma loja de armas e simplesmente exerceu um direito básico: comprou um fuzil de plataforma AR-15 para caça, uma espingarda calibre 12 semiautomática e uma pistola Glock, sua preferida desde os tempos de escrivão da Polícia Federal.
Que absurdo está acontecendo aqui?
No Brasil, além de toda a burocracia, exames, demora e preços absurdos por causa de impostos, o próprio Eduardo hoje estaria impedido de ter esse direito.
Ele foi condenado pelo STF a mais de quatro anos de prisão por “coação no curso do processo”, por ter feito campanha contra o julgamento do próprio pai.
A mensagem é clara: para a esquerda e para o Supremo, criticar o sistema é mais grave que deixar bandido armado.
Vergonha nacional
Por que a esquerda teme cidadão armado?
É exatamente isso que a Segunda Emenda americana garante: o direito de possuir e portar armas e até de formar milícias para derrubar ditadores que não respeitam os direitos do povo.
Eduardo resumiu em uma frase o que a esquerda tenta esconder há décadas: “Isso aqui é liberdade, é autodefesa”.
E completou dizendo que precisamos trazer esse modelo de respeito ao cidadão para o Brasil.
A pergunta que fica é simples e incômoda: até quando o brasileiro honesto será tratado como suspeito, enquanto o bandido e o sistema seguem armados e protegidos?