Todo mundo já percebeu o padrão: quando é aliado da esquerda, a máquina se mexe rápido, dura e certeira.
Quando a denúncia atinge um ministro do STF ligado ao governo Lula, a história muda completamente de figura.
Flávio Dino solta nota oficial garantindo que jamais usou irregularmente veículo oficial no Maranhão.
Ao mesmo tempo, quem entra na mira não é o ministro, mas o jornalista que denunciou o suposto uso de carros oficiais por ele e sua família, e agora até a fonte do jornalista, o ex-secretário Raimundo Cutrim.
Por que a denúncia não é investigada?
Isso é liberdade de imprensa?
Quando a imprensa cutuca a direita, é “democracia vibrante”.
Quando encosta em ministro do STF ligado à esquerda, vira caso de busca e apreensão, quebra de sigilo e caça às fontes.
Qual o recado para jornalistas?
A mensagem assusta qualquer profissional que queira investigar privilégios de autoridades.
Por que só um lado apanha?
A sensação é de dois pesos e duas medidas.
Contra conservadores, basta uma suspeita para destruir reputações.
Contra figuras como Dino, a prioridade parece ser descobrir quem vazou, não se houve abuso.
Enquanto isso, o discurso de “defesa da democracia” vai sendo usado como escudo para blindar aliados e intimidar quem ousa questionar.
O brasileiro olha para tudo isso e se pergunta até quando esse sistema vai continuar protegendo sempre os mesmos.