De novo a mesma história: a esquerda chorando miséria em público, enquanto seus queridinhos vivem muito bem, obrigado, bem longe da realidade do brasileiro comum.
O discurso é sempre o mesmo, vitimismo, perseguição, coitadismo.
Mas quando alguém resolve conferir os fatos, a máscara cai.
Recentemente, o vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá, tentou emplacar a narrativa de que o filho de Lula, Fábio Luís, o Lulinha, estaria vivendo em “condições precárias” em Madri.
Mais uma vez, o apelo emocional para comover a militância e posar de vítima do sistema.
O que realmente significa condição precária?
Essa expressão, usada por Quaquá, sugere dificuldade financeira, vida simples, quase de aperto.
Mas não é isso que os fatos mostram.
Onde Lulinha está instalado em Madri?
Quanto vale esse endereço em Madri?
O metro quadrado de aluguel na região gira em torno de 30 euros, o dobro do valor cobrado em imóveis de alto padrão na própria Avenida Paulista, em São Paulo.
Por que esse detalhe é tão importante?
Enquanto o brasileiro luta para pagar aluguel e supermercado, o “pobre” Lulinha está associado a uma consultoria em uma das avenidas corporativas mais emblemáticas da Europa, cercado de multinacionais e grandes grupos financeiros.
Até quando a esquerda vai tratar o povo como ingênuo?
A cada nova revelação, fica mais claro o abismo entre o que o PT fala e o que o PT vive.
A pergunta que fica é simples: se a situação é tão precária assim, por que o endereço é um dos mais caros de Madri?
No fim, o que impressiona não é só o luxo do local, mas a cara de pau de quem ainda tenta vender essa história como se ninguém fosse conferir.
O público conservador já entendeu: não é perseguição, é apenas a verdade aparecendo, de novo, onde a narrativa não consegue mais esconder.