Todo mundo já percebeu que, quando o assunto é Jair Bolsonaro, a máquina inteira do sistema se mexe.
Qualquer detalhe vira operação, manchete, inquérito, despacho urgente.
Enquanto isso, para amigos da esquerda, tudo é tratado com cuidado, sigilo, "contexto" e muita paciência.
Agora, até o destino de armas e munições apreendidas precisa passar pelo crivo de Alexandre de Moraes.
A própria Polícia Federal admitiu que não vai decidir sozinha o que fazer com o material ligado ao ex-presidente.
Quem manda?
Por que só Bolsonaro vira espetáculo?
Essa é a pergunta que milhões de brasileiros fazem ao ver mais um capítulo de perseguição política disfarçada de "procedimento normal".
Onde está a tal isonomia?
Ela simplesmente não aparece quando o alvo é a direita, conservadores ou quem ousa enfrentar o sistema.
Qual o ponto mais preocupante?
O fato de a PF dizer claramente que a apreensão veio de ordem direta de Moraes, e por isso ele é quem deve decidir se as armas vão para o Exército, serão destruídas ou doadas.
Ou seja, até nisso o poder fica concentrado em uma única caneta.
Por que tanto controle assim?
Quem decide sobre as armas?
Alexandre de Moraes, já que a PF afirmou que não pode definir o destino do material por conta própria.
O que foi apreendido exatamente?
Dez armas sob custódia da PF, incluindo uma espingarda personalizada com as cores da bandeira do Brasil, além de munições e acessórios.
Por que isso preocupa tanta gente?
Porque reforça a sensação de que existe um sistema pronto para sufocar Bolsonaro em cada detalhe, enquanto escândalos da esquerda seguem engavetados ou esquecidos.
No fim, o recado é claro: até uma espingarda com as cores do Brasil virou símbolo de um país onde a direita é vigiada em cada passo, e a esquerda continua blindada em silêncio conveniente.