Todo mundo já percebeu como a esquerda adora usar causas nobres para empurrar projetos de controle de pensamento.
Agora, em plena campanha eleitoral, ressurgiu mais uma pauta “urgente” em Brasília, vendida como defesa das mulheres, mas com um detalhe que ninguém pode ignorar.
De um lado, governo Lula em peso, ministros ligando, pressionando, querendo mostrar serviço para a militância.
Do outro, uma Câmara que vive repetindo discurso politicamente correto, mas que sempre pisa em ovos quando o assunto é liberdade de expressão e religião.
Até quando isso vai continuar?
Brasil corre risco de censura?
Quem será o verdadeiro alvo?
A própria Frente Parlamentar Evangélica já percebeu o perigo e exige critérios claros para evitar que pastores, padres e qualquer líder religioso sejam criminalizados por simplesmente ler ou pregar textos bíblicos.
Por que tanta pressa agora?
O governo Lula, com apoio de Tabata Amaral na relatoria, faz de tudo para destravar o texto durante o esforço concentrado, em plena época eleitoral, para faturar politicamente em cima do tema.
Motta defende mesmo a liberdade?
O presidente da Câmara, Hugo Motta, diz que o projeto é prioridade e “urgente para o Brasil”, mas admite que não consegue garantir a votação sem antes medir o clima entre os líderes, justamente por causa da resistência dos evangélicos.
Quem vai proteger a Bíblia?
Mas desde quando liberdade religiosa depende de “acordo” com governo e relatora?
No fim, o que está em jogo não é só o combate à violência contra a mulher, que já é crime e deve ser punida com rigor.
O que está em jogo é se a esquerda vai ganhar mais uma ferramenta para perseguir conservadores, criminalizar opiniões e transformar discordância em crime eterno.
E aí fica a pergunta que não quer calar: quem confia nessa turma para definir o que você pode ou não pode dizer?