Enquanto a esquerda vive apontando o dedo para a “elite malvada” e posa de defensora dos vulneráveis, mais um caso escancara a podridão que muita gente prefere fingir que não vê.
Influencer ostentando carros de luxo, viagens, vida de milionário, mas lá atrás recebendo auxílio emergencial em 2020. Quem realmente precisava ficou na fila, enquanto o exibicionismo corria solto nas redes.
Agora, a máscara caiu de vez.
A Justiça do Trabalho da Paraíba vai leiloar cinco veículos de luxo ligados a Hytalo Santos, avaliados em cerca de 4,8 milhões de reais, para tentar garantir indenizações por dano moral coletivo e ações de reparação a possíveis vítimas.
Quem protegeu esses “influencers” antes?
A resposta está no silêncio conveniente de quem só se indigna quando é alguém da direita.
Quando é celebridade de internet, progressista de discurso pronto, a gritaria some.
Por que ninguém cobrou coerência?
É mais fácil atacar conservador do que encarar a exploração de adolescentes por ídolos de rede social.
Hytalo Santos e o marido, Israel Vicente, já foram condenados a penas de mais de 11 anos e 8 anos de prisão, respectivamente, por produzirem conteúdo pornográfico envolvendo adolescentes acolhidos pelo casal.
A Justiça apontou ambiente artificial e controlado, risco sexual, negligência com alimentação e escolaridade.
E onde está a militância “pelos menores” agora?
Por que a indignação é seletiva?
Se fosse alguém ligado à direita, estaria em manchete diária, com STF, artistas e influenciadores de esquerda fazendo coro.
No fim, o leilão milionário não vende só carros e motos aquáticas.
Ele expõe uma decadência moral profunda, um sistema que fecha os olhos para o abuso quando o abusador serve à narrativa certa.
E o brasileiro, mais uma vez, fica com a sensação de que está cansado de tanta hipocrisia.