Quem acreditou que o retorno de Lula ao poder traria “paz”, “respeito às minorias” e “economia forte” está olhando agora para um cenário que ninguém da esquerda tem coragem de encarar de frente.
O marketing petista continua falando em democracia, inclusão e justiça social, mas os números que começam a aparecer mostram um país sufocado, com a população pagando a conta de um projeto de poder velho, caro e ineficiente.
Por que esses recordes assustam tanto?
Onde está a prometida justiça social?
Some quando o país ostenta o maior juro real do mundo, esmagando emprego, crédito e pequenos negócios, enquanto o governo insiste em culpar “heranças” e “forças ocultas”.
Some quando a carga tributária se aproxima do topo do planeta, tirando o fôlego de quem produz e trabalha.
Quem ganha com essa política econômica?
Certamente não é o cidadão comum, que vê o custo de vida disparar, o crédito sumir e a insegurança aumentar.
A conta chega sempre para o mesmo lado: o brasileiro que paga imposto, respeita a lei e tenta sobreviver.
Por que a esquerda silencia agora?
Porque esses recordes negativos expõem a hipocrisia de anos de narrativa.
Quando era para atacar governos de direita, qualquer dado era motivo de histeria.
Agora, com Lula de volta, a ordem é fingir normalidade.
No meio desse caos, surge a voz de quem conhece o sistema por dentro.
Daniella Marques, ex-presidente da Caixa e hoje na campanha de Flavio Bolsonaro, escancara esses recordes sombrios do governo Lula e mostra o que muitos tentam esconder.
Enquanto a militância finge que está tudo bem, os fatos gritam: o Brasil está pagando caro pelo retorno do lulismo.