Há anos a esquerda usa artistas famosos como vitrine política, enquanto finge que é tudo apenas “opinião pessoal” e “arte engajada”.
O público vê show, clipe, entrevista, mas por trás sempre aparece a mesma cartilha progressista: pauta identitária, ambientalismo seletivo, ataques velados à direita e blindagem total aos queridinhos do sistema.
De repente, quando a cobrança aumenta e a credibilidade despenca, começa o discurso de que “não quero influenciar ninguém”.
Justo vindo de quem sempre foi tratado como formador de opinião, convidado para falar de política em programa estatal e usado como referência por militantes nas redes.
Ninguém esperava essa mudança?
Quando a pressão popular cresce, a narrativa costuma mudar para tentar preservar a imagem.
Por que negar influência agora?
Na entrevista ao programa Sem Censura, Anitta afirma que não usa a fama para campanha política e solta a frase: “Não votem como eu”.
Diz que só quer incentivar a “busca por informações” e que não deseja que ninguém vote como ela, tenha a mesma crença ou religião.
Influência artística não é política?
Claro que é.
Quando um artista repete sempre as mesmas pautas, isso molda opinião, principalmente de jovens.
O curioso é que, ao mesmo tempo em que nega querer guiar o voto de ninguém, ela admite que fala de política, meio ambiente, direitos da mulher e religião como parte do seu “propósito” artístico.
Ou seja, a mensagem é jogada diariamente no público, mas a responsabilidade pela influência é negada.
Isso é coerente com a esquerda?
É o padrão: usar a força cultural para empurrar agenda, mas posar de neutro quando a reação popular aumenta.
Enquanto qualquer fala de um conservador vira “discurso de ódio” e é perseguida, artistas alinhados ao progressismo podem militar à vontade e depois dizer que não querem que ninguém pense como eles.
O público está cansado dessa hipocrisia travestida de consciência social.