Há anos a esquerda vende a narrativa de que o Senado está “pacificado”, que o STF é intocável e que qualquer crítica é ataque à democracia.
Enquanto isso, o brasileiro assiste calado a inquéritos eternos, censura disfarçada e decisões monocráticas que atropelam a Constituição.
De um lado, artistas engajados, partidos de esquerda e militantes defendendo ministros como se fossem deuses.
Do outro, conservadores sendo perseguidos, jornalistas intimidados e parlamentares de direita tratados como inimigos.
Até quando esse jogo de dois pesos e duas medidas?
Quem está realmente defendendo liberdade hoje?
Flávio Bolsonaro colocou na mesa exatamente esse ponto: ou o Senado assume seu papel de freio e contrapeso, ou o Brasil mergulha de vez no autoritarismo togado.
Por que isso preocupa tanto a esquerda?
Porque Flávio reuniu 47 candidatos ao Senado, de vários Estados e partidos, todos alinhados com sua candidatura e com pautas conservadoras em segurança pública, saúde, educação e economia.
Mais que isso: ele quer um Senado claramente de centro-direita a partir de 2027, aproveitando a renovação de dois terços das cadeiras.
O que muda com esse novo Senado?
Muda que o STF deixa de ser intocável.
Durante o encontro, Flávio perguntou na lata se os candidatos apoiam o impeachment de Alexandre de Moraes.
A resposta foi unânime: sim.
E ele avisou que o eleitor conservador vai cobrar essa posição nas urnas.
Por que Moraes virou símbolo dessa crise?
Para o senador, isso é ataque direto ao sigilo da fonte, abuso, ilegalidade e arbitrariedade.
Quem vai defender a imprensa agora?
Flávio pediu união dos jornalistas contra esse tipo de medida e cobrou que outros ministros do STF se manifestem.
Se calam, concordam?
No fim, a mensagem é simples e dura: se a esquerda sempre contou com um Senado omisso para blindar o STF, agora pode estar nascendo a maioria que vai, enfim, colocar limite nesse poder sem voto.