Enquanto a esquerda vive repetindo que líderes conservadores são “perigosos para a democracia”, os bastidores mostram outra coisa: quem realmente corre risco são justamente aqueles que enfrentam regimes hostis e o sistema globalista.
Donald Trump, odiado pela mídia progressista e pelos mesmos grupos que idolatram ditaduras amigas, teve de encarar mais uma ameaça séria, longe dos holofotes.
Qual o alvo dessa vez?
A ameaça, segundo autoridades americanas, vinha ligada ao Irã, país que a esquerda vive relativizando enquanto ataca qualquer postura firme dos Estados Unidos.
Trump, cercado por serviços de inteligência e militares, foi orientado a abandonar discretamente o avião presidencial e embarcar em outra aeronave, escondido até em caminhão de alimentos para despistar possíveis ataques.
Por que esconderam esse bastidor?
Trump deixou claro que apenas seguiu ordens do Serviço Secreto e do Exército, sem teatrinho, sem vitimismo, sem transformar tudo em palanque ideológico.
Ele mesmo admitiu que recebe muitas ameaças e que não confia no Irã, que já o teria enganado diversas vezes.
Quem correu mais risco real?
Enquanto mais de 100 pessoas, entre jornalistas e funcionários, seguiram no avião que serviu de isca, Trump afirmou acreditar que o maior alvo seria justamente a aeronave em que ele estava.
Ou seja, a operação foi montada para confundir qualquer tentativa de ataque, com troca de avião e encenação diante das câmeras.
Por que isso importa ao Brasil?
Quando um presidente de direita é alvo, a imprensa relativiza.
Quando a esquerda é contrariada, grita “golpe” e corre para o STF.
A diferença de tratamento é gritante.
Até quando vão esconder isso?
O episódio do voo secreto de Trump escancara que, no mundo real, quem enfrenta sistemas poderosos vive sob risco constante.
E mostra também como a mídia escolhe o que amplificar e o que abafar, dependendo se o alvo é de direita ou de esquerda.
É esse tipo de contradição que o público conservador está cansado de engolir calado.