Quem acompanha a escalada de poder do STF já percebeu que a linha foi cruzada faz tempo.
Mas, mesmo assim, a cada nova decisão, a sensação é de que conseguiram ir ainda mais longe.
Agora, nem o sigilo da fonte, cláusula básica de qualquer democracia séria, está sendo respeitado.
Enquanto a esquerda posa de defensora da “democracia” e do “combate às fake news”, o que se vê na prática é um cerco cada vez mais pesado contra quem ousa expor autoridades poderosas.
E, curiosamente, esse cerco nunca cai sobre os amigos do sistema, só sobre adversários e jornalistas incômodos.
Por que só a direita paga?
A perseguição atinge principalmente críticos do governo e do STF, enquanto aliados seguem blindados.
Onde está a tal imparcialidade?
Flávio Dino aparece ao mesmo tempo como suposta vítima e como relator de investigação contra seu inimigo político Raimundo Cutrim.
A defesa lembra que os dois são rivais declarados há anos.
Mesmo assim, o ministro segue à frente do caso.
Quem protege a Constituição hoje?
Se até elas estão alarmadas, imagine o resto do país.
Por que a fonte virou criminosa?
A operação de Alexandre de Moraes mira Raimundo Cutrim por supostamente fornecer informações ao jornalista Luís Pablo sobre uso de veículos oficiais ligados a Dino no Maranhão.
Primeiro foram atrás do jornalista, extraíram mensagens do celular, agora vão em cima da fonte.
A notícia incômoda é ignorada, quem é caçado é quem falou.
Isso é democracia ou intimidação?
Enquanto isso, a narrativa oficial tenta vender tudo como “proteção” e “segurança”.
O fato concreto é um só: para atingir um adversário de Dino, o STF passou por cima da liberdade de imprensa e do sigilo da fonte, e deixou o Brasil inteiro em alerta.