Quem acompanha a política brasileira já percebeu o padrão: quando a esquerda se vê ameaçada, parte para o ataque pessoal, tenta destruir reputações e depois posa de vítima.
Com Lindbergh Farias não tem sido diferente.
O velho quadro do PT, acostumado a discursar sobre democracia e respeito, resolveu atravessar todas as linhas ao mirar justamente um nome ligado à chapa de Flávio Bolsonaro.
Por que isso acontece sempre agora?
Quando surge um pré-candidato a vice-presidente alinhado a Bolsonaro, como Alfredo Gaspar, vira alvo imediato da máquina de difamação.
O caso é simples e grave ao mesmo tempo.
Lindbergh acusou Alfredo Gaspar de estuprador, em coletiva, divulgou o vídeo nas próprias redes e, segundo a representação do partido Novo, não apresentou qualquer prova concreta.
Mesmo assim, insistiu, falou em notícia-crime na Polícia Federal e continuou repetindo a acusação, como se bastasse carimbar alguém para destruir sua imagem.
Isso é decoro parlamentar?
Decoro exige responsabilidade, especialmente quando se usa o mandato para atacar a honra de terceiros sem evidências.
A Câmara agora precisa responder à altura.
Nesta terça, o deputado Acácio Favacho, do MDB do Amapá, foi designado relator do processo disciplinar que pode levar à cassação de Lindbergh.
O pedido, feito pelo Novo, aponta justamente a acusação falsa e a tentativa de arruinar a reputação do relator da CPMI do INSS, hoje pré-candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro.
Dois pesos e duas medidas?
É exatamente essa a sensação de grande parte do Brasil conservador.
Quando é alguém da direita, qualquer insinuação vira manchete.
Quando é um petista atacando sem prova, a conversa muda, a blindagem aparece.
Agora, com relator definido, o jogo muda de lado.
Se a Câmara levar o caso até o fim, Lindbergh pode finalmente sentir na pele o que a esquerda sempre tentou impor aos adversários: a destruição pública.
A diferença é que, desta vez, quem está sendo cobrado é quem falou sem prova.
E o Brasil quer ver se haverá coragem para punir ou se a velha impunidade petista vai falar mais alto.