Há anos a esquerda repete o discurso de “defesa da democracia” enquanto aplaude calada cada novo avanço do Supremo sobre direitos básicos.
Quem ousa questionar é rotulado, perseguido, silenciado.
Agora, nem o sigilo da fonte jornalística, garantido na Constituição, parece estar a salvo.
Quando a imprensa é amiga do sistema, tudo é “liberdade de expressão”.
Quando a notícia incomoda aliados da esquerda, como Flávio Dino, o tratamento muda na hora.
Por que essa diferença tão gritante?
Quem está sendo intimidado hoje?
Por que isso preocupa tanto?
Porque, em vez de investigar o fato revelado, a estrutura do Estado parte para cima de quem ajudou a revelar a informação.
Em entrevista, o deputado Capitão Alberto Neto, do PL, não mediu palavras.
Chamou o que está acontecendo de “ditadura da toga” e alertou que a tirania judicial está escalando.
Ele lembra o óbvio que muitos fingem esquecer: não se pode rasgar a Constituição para justificar qualquer investigação.
Quem deveria reagir e não reage?
O Senado, que tem o dever de frear abusos do STF, permanece apático.
Alberto Neto denunciou que a Casa Alta está de joelhos diante de Alexandre de Moraes e da Suprema Corte.
E avisou: o brasileiro precisa escolher senadores com coragem para, se houver crime de responsabilidade, enfrentar pedidos de impeachment de ministros.
Ministros acima da lei?
Não, a Constituição prevê responsabilização, e o deputado reforça que eles não são deuses.
Enquanto isso, operações da Polícia Federal miram fontes de jornalistas, criando um clima de medo que atinge qualquer um que queira denunciar privilégios e abusos do poder.
Até quando o Brasil vai aceitar que a lei valha de um jeito para a direita e de outro para a esquerda e seus protegidos no topo do Judiciário?