Todo brasileiro já entendeu quem paga a conta da insegurança: o cidadão comum, trancado em casa, enquanto facções mandam em bairros, fronteiras e até em presídios.
Mesmo assim, em Brasília, a preocupação parece sempre ser outra.
Nunca é a família refém do crime, é sempre o “discurso correto”, a “imagem internacional”, o medo de desagradar aliados ideológicos.
Por que tanta cautela com facções?
Porque o governo Lula trata o tema mais como problema diplomático do que como guerra real nas ruas.
O foco vira o que o mundo vai achar, não o que o brasileiro já sofre.
Quem o governo quer realmente proteger?
Pela fala de Celso Amorim, parece mais preocupado em blindar o país de qualquer pressão externa do que em apoiar medidas duras contra PCC e Comando Vermelho.
Em audiência na Câmara, o assessor especial de Lula reclamou da classificação de PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos, dizendo que isso pode virar “pretexto” para ação militar de outro país.
Em vez de reforçar que o Brasil precisa esmagar essas facções, o alerta principal foi contra a possibilidade de intervenção estrangeira.
Por que minimizar o rótulo de terrorismo?
Amorim ainda citou grupos armados na Irlanda e no mundo árabe como “movimentos de libertação nacional”, reforçando a velha narrativa relativista que a esquerda adora.
Fala em “complexidade”, em “definição difícil” de terrorismo, mas o brasileiro sabe muito bem o que é viver sob terror de facção.
Quem está sendo tratado como inimigo hoje?
É quem pede lei dura, cadeia de verdade e alinhamento com países que querem enfrentar o crime organizado.
No fim, o recado que fica é claro: o governo Lula diz que combate o crime, fala em plano, em cooperação com os EUA, mas quando surge uma medida mais firme contra as facções, a prioridade vira criticar o rótulo e temer os Estados Unidos.
O crime avança, o povo sofre, e o Planalto continua mais preocupado com a diplomacia do que com a vida do brasileiro comum.