Quem acompanha a política brasileira já percebeu que, quando o assunto envolve PT, imprensa militante e STF, quase nunca é simples.
Sempre aparece um bastidor, um arranjo de narrativas, um uso seletivo de versões que, curiosamente, quase sempre mira em quem está na direita.
Por que sempre sobra para direita?
A esquerda e seus aliados na mídia transformaram qualquer acusação contra nomes ligados ao PL em espetáculo, enquanto tratam petistas com luvas de pelica.
O caso envolvendo o deputado Alfredo Gaspar é mais um capítulo dessa novela de dois pesos e duas medidas.
O que está em jogo aqui?
Não é só a acusação em si, mas o caminho dela.
O próprio Lindbergh Farias, velho conhecido das planilhas da Odebrecht, admite que entrou na história por meio de conversa com senadora, jornalista de revista alinhada à esquerda e um suposto relato de shopping.
Tudo indireto, tudo de bastidor, tudo perfeito para virar munição política.
Quem controla a narrativa hoje?
Flávio Bolsonaro reage, recusa mudança de chapa, e a história ganha outro contorno.
De repente, o que parecia certeza vira dúvida, e a tal "verdade absoluta" da esquerda começa a rachar.
Por que STF entra em cena?
Porque o depoimento foi parar no Supremo, com Gilmar Mendes pedindo esclarecimentos, e a Polícia Federal assumindo o caso.
A mesma PF e o mesmo STF que a direita acusa de agir com rigor máximo contra conservadores e com extrema delicadeza quando o alvo é da esquerda.
Quem se beneficia desse caos?
Mas o próprio relato dele escancara o ambiente: conversa de corredor, jornalista militante, uso político de denúncia gravíssima e um sistema que parece sempre pronto para blindar uns e destruir outros.
No fim, fica a sensação de que o brasileiro está cansado de ver acusações usadas como arma política, PF e STF entrando seletivamente em casos e a velha turma da esquerda posando de guardiã da moral enquanto suas próprias contradições aparecem, uma a uma, nos bastidores que eles não conseguiram esconder.