Há anos a esquerda repete o mesmo discurso: são os paladinos da moral, os defensores dos pobres, os únicos autorizados a falar em “democracia” e “justiça social”.
Enquanto isso, qualquer aliado da direita é tratado como criminoso em potencial, perseguido, investigado e condenado antes mesmo de qualquer prova.
Dois pesos, duas medidas, sempre.
Quando o alvo é um conservador, a máquina inteira se move.
Mas quando o nome envolve o clã petista, o silêncio é ensurdecedor.
Onde estavam essa indignação e essa pressa toda quando surgiram denúncias envolvendo o filho de Lula?
Quem protege o filho de Lula?
A denúncia é de blindagem política e institucional em torno de Lulinha, mesmo com acusações graves ligadas a esquema que teria roubado aposentados e pensionistas.
Por que aposentados foram prejudicados?
Segundo o relator da CPMI do INSS, o esquema teria desviado recursos e lesado diretamente quem mais depende do benefício para sobreviver.
Dessa vez, o recado veio de dentro do Congresso, e de alguém que não tem medo de bater de frente com o sistema.
O deputado federal Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS e recém-escolhido por Flávio Bolsonaro como candidato a vice-presidente, dobrou a aposta e foi direto ao ponto em vídeo nas redes sociais.
Ele afirmou que o Brasil não aguenta mais a blindagem de corruptos e a proteção concedida a Lulinha, cobrando investigações firmes sobre o envolvimento do filho do presidente no esquema que teria roubado aposentados e pensionistas brasileiros.
Até quando essa blindagem continua?