Quem vive no mundo real já sente no bolso o peso do atual governo.
Preço subindo, empresa fechando, emprego sumindo, mas em Brasília o discurso oficial segue o mesmo: está tudo bem, é só narrativa da direita.
A velha conversa de sempre para tentar blindar Lula, o PT e seus aliados.
Enquanto a esquerda posa de defensora dos pobres, a máquina federal cresce, ministério brota de todo lado e a conta vai direto para o contribuinte.
Quantos impostos mais o brasileiro aguenta pagar para sustentar esse projeto de poder?
Quantos impostos o povo aguenta?
Por que as empresas estão sufocando?
Porque a altíssima tributação e o custo Brasil, ampliados pelo atual desgoverno, tornam quase impossível produzir, empregar e crescer.
Em pleno Plenário, o deputado Cabo Gilberto Silva, do PL da Paraíba, perdeu a paciência e falou o que muita gente comenta na rua.
Ele comparou o governo Lula a um cupim na madeira, corroendo o Brasil por dentro, e apontou a economia em caos, com empresas sendo destruídas pela tributação para pagar a conta de Brasília.
Quem paga a conta desse luxo?
Quem banca tudo é o cidadão comum, que não tem foro privilegiado, nem cargo, nem verba, apenas boleto e imposto para pagar.
No auge da indignação, o parlamentar ainda mirou na imagem de “simplicidade” vendida pelo petismo e chamou a primeira-dama Janja de “senhora esbanja”, simbolizando o contraste entre o discurso de cuidado com o povo e a realidade de gastos, estrutura inchada e país sufocado.
Para muitos conservadores, o recado foi claro: enquanto o governo se protege com narrativas, o Brasil real está sendo devorado por dentro.