De novo a mesma história: quando a esquerda é contrariada, aparece um “caso grave” para alimentar narrativa de perseguição.
Em vez de reconhecer o trabalho da Polícia Militar de São Paulo, preferem posar de vítimas em palco amigo, com plateia da OAB e discurso pronto contra a segurança pública que eles mesmos sempre atacaram.
Por que sempre atacam a polícia?
A esquerda precisa manter viva a ideia de que o Estado é opressor quando não está sob controle dela.
Assim, qualquer ação policial vira pretexto para discurso político.
Enquanto a PM fazia patrulhamento em bairros nobres, atrás de ladrões de carros e celulares, Fernando Haddad, candidato do PT ao governo paulista, transformou uma abordagem em espetáculo.
Falou em ação “ostensiva”, “intimidadora”, “fora do padrão”, sugeriu risco à própria segurança e à de sua equipe, tudo em tom grave, como se o Estado estivesse se voltando contra ele.
O que realmente aconteceu ali?
O boletim de ocorrência mostra que celulares foram apreendidos e que a operação era parte do patrulhamento normal.
Se foi tão grave assim, por que o petista não anotou sequer a placa da viatura?
Como cobrar apuração sem o dado básico para identificar os policiais?
Que tipo de “denúncia” é essa que não chega nem à Secretaria de Segurança com informação mínima?
Por que não anotou a placa?
Isso esvazia a denúncia e reforça a impressão de que o objetivo era mais político do que jurídico.
O roteiro é conhecido: o PT tenta colar na PM a imagem de ameaça, enquanto ignora diariamente o medo real do cidadão comum, que depende justamente desses policiais para não virar estatística.
No microfone da OAB, Haddad fala em “coincidência” e “confusão”, mas planta a suspeita, alimenta a militância e reforça o velho discurso contra a polícia.
No fim, fica a sensação de sempre: quando é para proteger bandido, a esquerda exige prova, laudo, perícia, vídeo em HD.
Quando é para atacar a PM, basta um relato vago, sem placa, sem número, sem nada.
E ainda querem que o brasileiro leve isso a sério.