Quem acompanha a novela econômica do Brasil já percebeu o enredo se repetindo: governo de esquerda promete responsabilidade, fala bonito para o mercado, posa de moderno, mas na prática volta ao velho vício do gasto fácil e da conta empurrada para depois.
Enquanto isso, a militância finge que está tudo sob controle e culpa “o passado” por qualquer problema.
Até quando o mundo vai fingir que acredita?
Até quando o investidor estrangeiro vai ignorar rombo fiscal, pedalada em regra, ameaça a teto de gastos e discurso agressivo contra quem cobra responsabilidade?
Quem está fugindo do Brasil hoje?
Não é fuga total, é desconfiança crescente.
Por que o risco político assusta tanto?
Porque o governo insiste em testar limites fiscais, atacar quem critica e usar eleição futura como desculpa para gastar mais.
Foi nesse clima que o maior banco dos Estados Unidos, o JPMorgan, decidiu rebaixar a recomendação para investimentos no Brasil, saindo de “compra” para “neutro”.
Na linguagem do mercado, o país de Lula deixou de ser aposta forte e virou terreno de cautela.
Motivo?
A combinação explosiva de risco político, incerteza fiscal, dívida pública em trajetória preocupante e cenário eleitoral de 2026 no horizonte.
Se até um gigante como o JPMorgan está pisando no freio, o que isso diz sobre a “confiança internacional” tão alardeada pelo governo e pela esquerda?
Quem ainda acredita nessa narrativa depois desse recado?