Todo mundo já entendeu como funciona o jogo: artista de esquerda vive em bolha de luxo, mas na hora de apontar o dedo para os outros, vira militante do meio ambiente, da moral e dos bons costumes.
Quando é para criticar influenciadora que não reza pela cartilha progressista, a indignação aparece na mesma velocidade de um jatinho.
Por que só atacam sempre os mesmos?
A patrulha do politicamente correto escolhe alvo que rende engajamento, não coerência.
Quando é amiga de esquerda, o silêncio reina.
Quando é alguém fora da panelinha, vem textão, lacração e pose de salvadora do planeta.
Cadê a coerência dessas artistas?
Não aparece.
Falam de impacto ambiental, mas vivem de eventos, viagens internacionais, campanhas milionárias e vida de alto consumo.
O problema, pelo visto, é a Virginia treinar em Goiânia e São Paulo, não o padrão de vida da própria classe artística.
Por que o ataque agora contra Virginia?
É o tipo de figura que incomoda quem está acostumado a ditar o que é certo ou errado no Brasil.
Quem escolhe o alvo da vez?
Eles se alimentam de polêmica, principalmente quando podem posar de conscientes e superiores.
Luana Piovani voltou a disparar contra Virginia Fonseca por causa das viagens de jatinho entre São Paulo e Goiânia para treinar, usando um post sobre impacto ambiental como munição.
Mais uma vez, em vez de olhar para os próprios privilégios e excessos, parte da classe artística prefere subir no palanque virtual e transformar a vida dos outros em palco de militância seletiva.
E o público, cansado dessa hipocrisia, começa a se perguntar até quando essa turma vai seguir dando sermão em quem só quer trabalhar e cuidar da própria vida.