Por quanto tempo ainda vão tratar empresário de direita como criminoso por simplesmente existir?
Desde 2022, qualquer manifestação conservadora foi carimbada como ameaça à democracia, enquanto a esquerda segue blindada, mesmo com histórico de invasões, depredações e baderna.
A palavra de ordem era uma só: calar quem ousasse questionar o resultado das urnas.
Que democracia é essa, afinal?
A Havan virou símbolo dessa caça ideológica, usada como exemplo para intimidar qualquer empresário que não se ajoelhasse ao sistema.
Por que só a direita paga?
Porque a narrativa oficial precisava de vilões.
Empresário conservador, apoiador de Bolsonaro, loja cheia de verde e amarelo: combinação perfeita para ser jogada na fogueira dos inquéritos eternos.
Até que a realidade bateu na porta.
Depois de toda a pressão, buscas, celulares vasculhados, depoimentos e manchetes, a própria Polícia Federal concluiu: a loja foi usada como ponto de encontro, mas não havia prova de que a Havan incentivou ou organizou bloqueio nenhum na BR-470. A Procuradoria-Geral da República pediu o arquivamento.
E Alexandre de Moraes, que manteve tudo isso de pé por quase dois anos, teve de assinar o fim da investigação.
O que isso revela sobre 2022?
Revela que muita coisa foi inflada para sustentar o discurso de "atos antidemocráticos" e justificar medidas duríssimas contra a direita.
Enquanto isso, a esquerda posa de guardiã da democracia.
Quem repara o estrago agora?
Ninguém devolve a paz, a imagem e o tempo perdido.
Mas o arquivamento contra a Havan escancara o que muitos já sentiam: houve exagero, seletividade e perseguição política.
E, quando a verdade aparece nos autos, até o STF é obrigado a recuar em silêncio.
Quantos mais foram tratados assim?