Eles disseram que era “pelo bem da democracia”.
Que bastava tirar Bolsonaro, entregar o país de volta ao PT e tudo se ajeitaria na economia, com responsabilidade fiscal, respeito às regras e confiança do mercado.
Muita gente do mercado financeiro embarcou nessa, posou de salvadora da pátria e ainda chamou conservador de radical.
Agora, com o Orçamento estrangulado e um buraco de 105,5 bilhões para 2026, a realidade bateu na porta.
Saúde e Educação na linha de corte, dívida em alta e o mesmo governo que ajudou a quebrar as contas públicas prometendo, de novo, “ajuste fiscal” se for reeleito.
Até quando vão tratar o brasileiro como ingênuo?
Quem acreditou nesse conto?
Muitos analistas, parte do mercado e formadores de opinião que preferiram demonizar Bolsonaro e fechar os olhos para o histórico do PT com gastança, pedaladas e maquiagem fiscal.
Por que o rombo assusta tanto?
Porque mostra que o discurso de responsabilidade do governo Lula não se sustenta nos números oficiais do Tesouro, que já projetam cenário desafiador e aumento da dívida.
Eduardo Bolsonaro não deixou passar.
Nas redes, lembrou exatamente disso: o “cara que quebrou o país” agora jura que fará ajuste se ganhar de novo.
E ainda ironizou os mesmos que, em 2022, diziam que a democracia estava em risco com Bolsonaro e hoje fingem não ver o estrago nas contas.
O que mudou desde 2022?
Mudou que a narrativa caiu.
A eleição “contra o autoritarismo” virou licença para gastar, ampliar despesas e empurrar a conta para frente, enquanto o governo tenta posar de responsável falando em consolidação fiscal.
O mercado vai admitir o erro?
Até agora, a maioria finge normalidade, como se rombo bilionário, cortes em áreas essenciais e dívida em alta fossem apenas “ajustes de rota”.
No meio desse cenário, a frase de Eduardo virou síntese do sentimento de milhões de conservadores que avisaram lá atrás e foram chamados de alarmistas: “Tome aí a sua democracia”.
Agora, com o cerco fiscal fechando e 2026 se aproximando, a pergunta que fica é simples: quem realmente colocou o Brasil em risco?