Quem acompanha a política brasileira já percebeu que, quando o alvo é de direita, vale tudo.
Prisão preventiva eterna, manchete diária, linchamento em rede nacional.
Mas quando o enrosco envolve gente ligada à esquerda, à velha mídia e a ministros queridos do sistema, o tom muda na hora.
De repente, até vigarista vira “fonte” e qualquer crítica é tratada como ataque à democracia.
Por que a Globo escolhe quem merece proteção?
A emissora e entidades como a Associação Nacional de Jornais aparecem rápidas para defender um informante envolvido em monitorar os passos de Flávio Dino e sua família.
Alegam “sigilo de fonte”, como se isso fosse passe livre para qualquer tipo de atuação, inclusive de quem já é investigado em outros casos pesados.
Quem decide qual fonte é sagrada?
Não houve campanha para blindá-lo como “fonte jornalística”.
Agora, com um ex-deputado e ex-delegado, já na mira da Justiça por coação de testemunhas e obstrução em caso de homicídio, a conversa muda completamente.
Por que só a direita é perseguida?
A Polícia Federal apreendeu 26 armas e mais de 700 munições na casa de Raimundo Cutrim, ligado à investigação de perseguição e difamação contra Flávio Dino.
O inquérito corre no STF, sob Alexandre de Moraes, o mesmo que fecha o cerco contra conservadores em todo o país.
Mas, curiosamente, o debate público vira defesa de “liberdades absolutas” para quem abastece o lado certo do tabuleiro.
Até quando essa seletividade escancarada?
Já quando o caso envolve gente próxima à narrativa da esquerda, a palavra de ordem é cautela, sigilo, proteção e nota oficial em tom indignado.
No fim, o recado é claro: se servir ao projeto de poder da esquerda e aos interesses da velha mídia, você ganha rótulo de “fonte” e escudo institucional.
Se ousar enfrentar o sistema, vira “ameaça à democracia”.
E é exatamente esse jogo sujo que o Brasil conservador está cansado de engolir.