Todo mundo já sente na pele a insegurança nas grandes cidades, mas a narrativa oficial insiste em dizer que está tudo sob controle, que é só “sensação de medo”.
A mesma imprensa que muitas vezes minimiza o problema agora viu o caos bater na própria porta, literalmente.
Em pleno centro de São Paulo, na frente de uma grande emissora, em horário de trabalho, uma apresentadora conhecida sai do prédio achando que está em um lugar minimamente protegido.
Nem isso existe mais.
Falso entregador, moto, ação rápida, fuga para comunidade dominada pelo crime.
O roteiro é velho, mas segue impune.
Quem ainda acredita na segurança pública?
Se isso acontece na porta de uma TV, imagine com o cidadão comum, sozinho, voltando do trabalho.
Por que ninguém enfrenta o crime?
Porque há anos o discurso politicamente correto prefere culpar “a sociedade” em vez de bandido, atacar polícia em vez de quadrilha, romantizar comunidade em vez de cobrar lei e ordem.
Resultado: o crime se sente à vontade para agir em qualquer lugar.
A apresentadora da BandNews Paula Valdez teve o celular roubado na saída da emissora, em São Paulo, por um motociclista que se passava por entregador.
As câmeras registraram tudo, o rosto do suspeito aparece, a Polícia Militar foi acionada e o rastreio aponta o aparelho em Paraisópolis.
E aí vem a pergunta que todo brasileiro faz: vai dar em quê?
Até quando vamos aceitar isso?
A cena na porta da Band só confirma o que o povo já sabe faz tempo: sem tolerância zero com o crime, ninguém está seguro, nem quem ajuda a vender a ideia de que está tudo “normal”.