Todo mundo lembra muito bem o que aconteceu em Juiz de Fora em 2018. A facada em Jair Bolsonaro mudou a eleição, escancarou o ódio contra a direita e até hoje muita coisa ficou mal explicada.
De lá para cá, a narrativa da esquerda foi sempre a mesma: dizer que o problema é a “violência bolsonarista”, posar de vítima e apontar o dedo para conservador que ousa se manifestar.
Enquanto isso, quando o alvo é Bolsonaro ou qualquer um da família, o tom muda.
A militância relativiza, faz piada, finge que é “só internet”.
Quantas vezes você já viu artista de esquerda, influenciador progressista e político vermelho incentivando o discurso de ódio contra quem pensa diferente?
Por que só direita vira criminosa?
Quando é ameaça contra a direita, vira “exagero”, “mal entendido” ou “brincadeira”.
Agora, em plena campanha presidencial, Flávio Bolsonaro anuncia visita a Juiz de Fora e o que aparece?
Um homem com histórico de agressão, lesão corporal e ameaça, morando a poucos metros do ato, escrevendo em rede social “dessa vez deixa cmg” acompanhado de emojis de faca.
Exatamente na cidade onde o pai levou uma facada em ato político.
Quem está alimentando esse clima hoje?
O ambiente de demonização da direita, repetido diariamente por setores da esquerda, cria terreno fértil para esse tipo de ameaça.
Quando se trata de Bolsonaro, muitos se sentem autorizados a tudo.
A Polícia do Senado e a Polícia Civil de Minas agiram, cumpriram mandado de busca e apreensão, levaram o suspeito para depor e apreenderam dispositivos eletrônicos.
A Justiça ainda proibiu o homem de chegar a menos de 500 metros de Flávio ou de locais onde ele estiver.
Isso é proteção suficiente agora?
É um passo importante, mas não apaga o alerta gravíssimo: em ano eleitoral, com a esquerda radicalizada e o STF calando conservador por muito menos, quem realmente corre risco físico nas ruas é, de novo, a família Bolsonaro.