Todo mundo já percebeu como funciona o jogo: quando a crítica vem da direita, vira “discurso de ódio”; quando vem da esquerda, é tratada como “liberdade de expressão” e “luta por direitos”.
O brasileiro está cansado de ver essa balança sempre pendendo para o mesmo lado.
Ratinho, um apresentador conhecido por falar o que pensa, virou alvo perfeito.
Basta tocar na pauta identitária, questionar exageros e apontar incoerências que a máquina de vitimização entra em ação.
E, claro, sempre com o apoio de partidos como o PSOL, especialistas em transformar discordância em processo.
Por que só a direita é punida?
A perseguição recai quase sempre sobre vozes conservadoras, enquanto figuras de esquerda seguem blindadas por decisões seletivas e interpretações “criativas” da lei.
Onde fica a liberdade de expressão?
Agora, em segunda instância, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu, por unanimidade, obrigar o SBT a exibir um vídeo de direito de resposta da deputada Erika Hilton, do PSOL, no Programa do Ratinho, no mesmo horário em que as falas foram ao ar, com multa diária pesada em caso de descumprimento.
Quem está sendo realmente protegido?
A decisão protege a sensibilidade de uma parlamentar de esquerda, mas deixa desprotegida a liberdade de opinião de quem ousa discordar da agenda identitária.
O recado é claro: quando um apresentador conservador critica a indicação de uma deputada do PSOL para a Comissão da Mulher, a resposta não vem no debate, vem no processo.
E, mais uma vez, a justiça entra como árbitro político, transformando opinião em “ridicularização pessoal” e “negação de identidade de gênero”.
Até quando a direita será calada?