Todo mundo já percebeu o clima: no Brasil de hoje, qualquer opinião conservadora sobre família, biologia ou costumes vira alvo imediato da máquina militante.
Quando a esquerda está envolvida, a régua muda, o tom muda e, principalmente, a Justiça muda.
Por que só um lado apanha?
Ratinho, um apresentador popular, conhecido por falar o que pensa sem filtro, virou mais um alvo perfeito.
Do outro lado, uma deputada do PSOL, partido que vive de lacração identitária e de tentar reescrever até o que é homem e mulher.
Quem você acha que a Justiça iria proteger?
Quem está mandando na TV?
Hoje, decisões judiciais pressionam emissoras a seguirem a cartilha progressista, sob ameaça de multas pesadas.
A deputada Erika Hilton, do PSOL, assumiu a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara e não aceita ser questionada nem na definição mais básica do que é mulher.
Ratinho discordou, falou de útero, menstruação, biologia, algo que milhões de brasileiros pensam, mas têm medo de dizer.
Isso é crime agora no Brasil?
Não, mas está virando motivo para processos, multas e imposição de direito de resposta forçado.
O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu, de forma unânime, que o SBT é obrigado a exibir um vídeo de resposta de Erika Hilton dentro do Programa do Ratinho, com prazo de 10 dias e ameaça de multa diária alta.
A justificativa é que Ratinho teria passado do limite da crítica política e entrado em "negação de identidade de gênero" e "ridicularização pessoal".
Até quando só a direita será punida?
O recado é claro: se você é conservador, famoso e fala para o povo, cuidado.
A conta chegou para Ratinho, e o recado para o resto da direita é óbvio: ou se cala, ou enfrenta o peso de uma Justiça cada vez mais alinhada à pauta da esquerda.