Há anos a esquerda repete o discurso de que defende a democracia, a liberdade de expressão e a imprensa “livre”.
Enquanto isso, qualquer voz conservadora sabe na pele o que é censura, inquérito eterno e perseguição política vinda de cima.
Muitos foram calados, desmonetizados, intimidados, sempre com o mesmo carimbo: “defesa da democracia”.
Agora, o jogo virou.
Quem está na mira não é um influenciador de direita, mas o próprio ministro Alexandre de Moraes, questionado por entidades internacionais que sempre foram referência para a própria imprensa progressista brasileira.
Ninguém esperava ver a Sociedade Interamericana de Imprensa e o Comitê para a Proteção de Jornalistas apontando o dedo para o STF por violar um direito básico: o sigilo da fonte do jornalista Luís Pablo.
Por que isso assusta tanto hoje?
Quem está sendo questionado exatamente?
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, por autorizar busca e apreensão contra a fonte do jornalista.
Por que a esquerda se cala agora?
Porque a vítima não é um aliado deles, mas um jornalista que expôs irregularidades envolvendo a família de Flávio Dino.
As entidades lembram o óbvio: quebrar o sigilo da fonte não é um detalhe técnico, é um ataque direto à liberdade de imprensa previsto na Constituição e em declarações internacionais.
E mais: tudo começou porque outro ministro do STF, Flávio Dino, se disse “perseguido” após reportagens sobre uso irregular de carro oficial no Maranhão.
Até quando o STF vai poder tudo?
Quando até organismos internacionais alertam que o Brasil está criando um precedente perigoso contra jornalistas, fica clara a pergunta que muitos conservadores fazem há anos: se fazem isso com a imprensa, o que não podem fazer com qualquer cidadão que ouse discordar do sistema?