Todo mundo já percebeu que, quando o alvo é alguém de direita, o sistema corre.
Prisão, busca e apreensão, bloqueio de rede social, tudo em tempo recorde.
Mas quando o interesse é proteger aliado da esquerda, a conversa muda, a lei vira borracha e o Supremo parece escritório político de luxo.
Foi exatamente essa sensação de impunidade seletiva que explodiu agora com o chamado faroeste maranhense.
O ministro Flávio Dino, hoje no STF, ontem chefe político no Maranhão, aparece como o grande beneficiado de uma decisão que atropela um dos pilares da democracia: o sigilo da fonte jornalística.
Por que isso preocupa tanto agora?
Porque, se o Estado pode violar fonte jornalística sem limite, qualquer denúncia contra poderosos de esquerda pode ser calada pelo medo.
O recado é claro: mexeu com o grupo errado, o sistema vem para cima.
Qual é o ponto central aqui?
Primeiro vasculharam a relação com a fonte, depois começaram a tentar encaixar um crime.
Isso, no direito, tem nome: pesca probatória.
É ilegal, é abusivo e abre um precedente perigosíssimo.
Quem está sendo protegido de verdade?
Na prática, quem sai blindado é o próprio Flávio Dino, que vira espécie de xerife intocável, com o apoio de Alexandre de Moraes e o silêncio covarde de parte do Supremo.
Quando interessa à narrativa da esquerda, vale tudo, até usar meios ilegais para investigar.
Onde fica a tal democracia defendida pela esquerda?
Na realidade, o que se vê é um STF que fecha os olhos para o devido processo legal quando o objetivo é enquadrar quem ousa expor os donos do poder.
E o pior: ainda tentam vender isso como se fosse defesa da verdade.
Até quando o Brasil vai aceitar que a lei seja flexível para uns e implacável para outros?
Essa é a pergunta que está entalada na garganta de quem ainda acredita em liberdade de imprensa de verdade, e não em censura travestida de justiça.