Todo mundo já percebeu que, no Brasil de hoje, falar em liberdade de expressão virou quase palavrão quando não interessa à esquerda.
STF, TSE, governo Lula, todos repetem o discurso bonito de democracia, mas na prática vão apertando o cerco nas redes sociais, justamente onde a direita cresceu e furou a bolha da velha mídia.
Enquanto isso, a narrativa oficial tenta vender que é só uma “regulamentação inocente” para proteger a eleição.
Mas por que toda regra nova parece sempre atingir mais quem pensa diferente do sistema?
Quem está sendo atingido de verdade?
Eles continuam existindo, mas deixam de ser empurrados para quem não segue essas contas.
Por que isso importa tanto?
Porque é justamente o algoritmo que permite que vozes fora do establishment cheguem a novos eleitores sem depender de mídia tradicional ou dinheiro público.
Agora, veio o ponto que escancarou tudo: o X admitiu que criou um filtro específico chamado Brazil2026ElectionFilter para obedecer à resolução do TSE 23.610. Ou seja, uma regra feita sob medida para a eleição brasileira de 2026, limitando a recomendação de conteúdos de candidatos no feed Para Você.
Quem ganha com essa limitação?
Ganha quem já tem máquina, tempo de TV, imprensa amiga e estrutura estatal.
Perde quem depende da internet para furar o bloqueio ideológico.
E o detalhe que revolta: uma alta autoridade do governo Trump, Sarah B.
Rogers, olhou para isso e chamou pelo nome que a esquerda aqui tenta esconder censura imposta pelo Brasil.
Quando até os Estados Unidos, acostumados a defender a Primeira Emenda, começam a apontar o dedo para o nosso modelo, fica difícil continuar fingindo que é só “regulação bonitinha”.
Até quando o Brasil vai aceitar que a mesma turma que fala em combater fake news controle, na prática, quem pode ou não alcançar o eleitor nas redes?